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O furacão Clubhouse passou ou apenas marcou o início de uma nova era?

O furacão Clubhouse passou ou apenas marcou o início de uma nova era?

No início de fevereiro a internet foi surpreendida  com a chegada de mais uma rede social no Brasil: o Clubhouse! Com foco total em áudio, o aplicativo possibilita a criação de salas de bate-papo, abertas ou fechadas, sobre temas diversos. 

Em uma  realidade pandêmica, em que nossos dias são resumidos a ligações por vídeo e telefone, o aplicativo se destacou inicialmente por oferecer algo mais leve e dinâmico. Mesmo com  a possibilidade de transitar dentre inúmeras salas e temáticas,  o app ainda é extremamente imediatista, pois uma vez que a sala está ativa, é preciso acompanhar em tempo real para participar, sem a opção de escutar o papo mais tarde. 


    
Logo nos primeiros dias da febre, foi possível identificar pessoas que viram grande potencial na rede e outras que não acreditaram que o formato diferenciado seria de agrado do público. Personas reconhecidas do mercado fizeram questão de marcar presença, conhecer o aplicativo e criar suas comunidades no espaço. E é aqui que eu queria chegar: o Clubhouse também é uma comunidade, mas qual o papel dele nesse contexto? 

Acontece que todo o conceito de comunidades gira em torno da troca de experiências e aprendizados de forma horizontal, um contato mais próximo com quem  possui interesses em comum. Por isso, apesar do Clubhouse oferecer, de alguma forma, essa troca, ainda é necessário fazer este questionamento, pois a rede social traz um sentimento contraditório, visto que os participantes só podem falar caso sejam convidados pelo dono da sala. Não existe ao menos um campo para comentários.    Chega a ser quase uma imposição: “se você tem algo para opinar, opina aí da sua casa”, rs. 

Hoje, com pouco mais de um mês após a chegada da rede no Brasil, ainda temos algum burburinho em torno do assunto, nomes que representam grandes marcas criando debates por lá, mas não temos uma grande comoção e repercussão do aplicativo. Pelo menos na minha bolha está bem dividida a presença das pessoas que de fato estão participando do  espaço e não só marcando presença, como também a aprovação do formato. Será que o Clubhouse vai prosperar ou será apenas uma lembrança daqui algum tempo? 

O que você acha? Me conta aqui nos comentários :)
 

#ClubedaInfluência
Keila Oliveira | @keila.olvr
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Oie! Faço parte do time de Marketing da Squid e sou a responsável pela área de Impacto Social.

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